Busco o silêncio.
Mas o silencio me foge, entre um pensamento e outro.
Encontro no silencio.
O nada que tanto procuro.
Desisto, quase.
Me arremesso novamente, num começar eterno.
Tudo é azul, silencioso, palido, suave.
Mas o vermelho e o verde surgem, no horizonte da consciência.
Os acolho e aceito.
Sou o silencio azul,
mas sou a esperança em verde,
o amor em vermelho,
e o sonho, ainda em branco.
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